O que a gente faz
com os seus dados.
Em português de gente, porque aviso que ninguém entende não avisa nada. Resumo em uma linha: seus dados servem para o serviço funcionar, e para mais nada.
O que a gente guarda
No cadastro: seu nome, seu WhatsApp e o e-mail, se você quiser dar. O telefone é obrigatório porque ele é a sua identidade aqui — é por ele que o sistema sabe que é você.
Depois, conforme você usa: o texto, o áudio e as fotos que você manda na conversa, e os lançamentos que saem dali — valor, data, fornecedor, quantidade. Além do que você cadastrar de propriedade, rebanho, safra e funcionários.
Por que a gente pode guardar
A LGPD exige uma razão, e a nossa é a mais simples que existe: sem esses dados o serviço não funciona. É a execução do contrato entre nós (art. 7º, V) — o contrato que você fecha quando escreve ACEITO no WhatsApp, depois de ler esta página e os Termos de Uso. Antes desse aceite, nenhum lançamento é guardado.
Para avisar você de coisa nova no produto, aí sim é escolha sua, e você diz não na conversa quando quiser.
Por onde isso passa
Para o serviço funcionar, estas empresas tocam nos dados:
- Meta (WhatsApp) entrega as mensagens. É a mesma conversa de sempre, com as regras do WhatsApp de sempre.
- Anthropic lê o texto, as fotos e os PDFs que você manda para transformar em lançamento — é ela que entende que “paguei 3.400 de adubo” é uma despesa da fazenda. Só o conteúdo da mensagem vai, e ele não é usado para treinar modelo.
- Groq — e a OpenAI, de reserva, quando a primeira falha — transforma o seu áudio em texto. O áudio vai só para isso.
- Embrapa (AgroAPI) recebe só o texto de uma dúvida técnica — “quando plantar milho safrinha?” — para buscar a resposta na base dela. Sem seu nome, telefone ou lançamentos.
- Google Cloud e Neon rodam o servidor e o banco. Os dois ficam em São Paulo — é no Brasil que os seus lançamentos moram.
Fora esses, ninguém. Nada é vendido, nada vira propaganda e nada é repassado para banco, cooperativa, revenda de insumo ou seja lá quem for.
Uma parte sai do país: o conteúdo da mensagem — texto, áudio, foto e PDF — é processado nos Estados Unidos por essas empresas de inteligência artificial, para virar lançamento e nada mais. Todo o resto — banco, servidor, lançamentos guardados — fica em São Paulo.
A máquina que lê e classifica
Quem lê “paguei 3.400 de adubo” e transforma em despesa de custeio é um modelo de inteligência artificial — não uma pessoa. Ele decide o valor, a categoria e se aquilo é da fazenda ou de casa.
Por isso a última palavra é sempre sua: quando ele não tem certeza, pergunta antes de gravar; quando erra, você corrige na conversa e a correção vale. Se quiser entender por que algo caiu onde caiu, é só perguntar — a LGPD te dá esse direito (art. 20) e a resposta é em português.
Como a gente protege
Conversa e painel trafegam criptografados. O banco fica fechado para a internet e só o servidor do serviço fala com ele. O acesso de quem trabalha aqui é o mínimo necessário e some quando não é mais preciso.
Se acontecer um incidente com risco para você, você fica sabendo pela conversa — e a ANPD também, como a lei manda. Sem varrer para baixo do tapete.
Quem enxerga
Só você e quem você convidar para a sua conta. Se você deixar o livro da família escondido para um funcionário, ele fica escondido de verdade — a separação não é só visual, é consulta ao banco.
Por quanto tempo
Enquanto a conta existir. Lançamento é documento fiscal na prática: o livro caixa da atividade rural precisa ficar disponível pelo prazo em que a Receita pode pedir, então apagar por conta própria seria te prejudicar.
Se você se cadastrou e nunca chegou a usar, o contato sai da lista em 12 meses.
O que você pode pedir
Ver tudo o que existe sobre você, corrigir o que está errado, levar seus dados embora em planilha, saber com quem foi compartilhado, entender uma classificação automática ou apagar a conta inteira. A LGPD te dá esses direitos e eles não dependem de justificativa.
A planilha com tudo você tira sozinho: mande planilha na conversa. Para o resto, é só pedir — no mesmo WhatsApp, com a mesma naturalidade.
Falar com a gente
O canal é o mesmo em que o produto vive. Sem formulário, sem protocolo.
Quem responde por privacidade aqui — o encarregado de dados que a LGPD pede — atende pelo WhatsApp abaixo.
Falar no WhatsApp →Última atualização: 16 de setembro de 2026. Se alguma coisa aqui mudar, a página muda junto e quem já usa é avisado na conversa — não em letra miúda.